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	<title>Matraca</title>
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	<description>Agência de notícias</description>
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		<title>Municípios não informam corretamente como gastam dinheiro da educação</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 12:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas contas dos municípios – pelo menos no que se refere à educação – o detalhamento dos gastos é colocado de lado e as prestações de contas são mais relatórios que vão cumprir a burocracia que instrumento de gestão e &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas contas dos municípios – pelo menos no que se refere à educação – o detalhamento dos gastos é colocado de lado e as prestações de contas são mais relatórios que vão cumprir a burocracia que instrumento de gestão e planejamento. Essa é uma das conclusões que se pode tirar do estudo Perfil dos Gastos Educacionais nos Municípios Brasileiros, realizado pela Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação).</p>
<p>“Não dá para dizer que uma criança de educação infantil custa R$ 3,75 por ano, como fez uma prefeitura”, afirmou Cleuza Repulho, presidente da Undime. Numa prestação de contas no sistema federal de controle de gastos (o Siope &#8211; Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação), um secretário municipal informou esse valor.</p>
<p>Segundo o relatório da Undime, “não há controle prático sobre os gastos que efetivamente são registrados nos balanços contábeis como realizados para manutenção e desenvolvimento da educação”. Para se ter uma ideia, o<a href="http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/14/diminui-participacao-do-governo-federal-nos-gastos-publicos-em-educacao.htm">s municípios foram responsáveis por 39,1% das verbas investida no setor em 2009, contra 19,7% da União</a> segundo um estudo publicado pelo Ipea no final do ano passado.</p>
<p>Por determinação constitucional, <a href="http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/03/gasto-de-prefeituras-por-aluno-e-desigual-entre-regioes-do-pais.htm">os municípios são obrigados a aplicar pelo menos 25% da arrecadação de impostos e transferências em educação</a>.</p>
<p><strong><br />
Erro</strong></p>
<p>A tentativa (frustrada) de levantar o perfil dos gastos educacionais dos municípios brasileiros fez a Undime perceber que muitas secretarias não informam corretamente os valores ao Siope e, portanto, ao MEC (Ministério da Educação). Os formulários deveriam ser preenchidos pelos secretários municipais de educação de cada cidade, mas o estudo concluiu que, muitas vezes, essa atividade é terceirizada para escritórios de contabilidade.</p>
<p>Não haveria problema se os gestores mantivessem controle sobre quanto e como é gasto o orçamento da educação. Com isso, os dados oficiais sobre os investimentos em educação acabam distorcidos. <a href="http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/06/para-relator-do-pne-8-do-pib-em-educacao-nao-sao-suficientes-para-garantir-qualidade.htm">A situação fica mais delicada no contexto da tramitação do PNE (Plano Nacional de Educação) na Câmara dos Deputados, em que uma das principais disputas é justamente o percentual do PIB investido na área</a>.</p>
<p>Diante das inconsistências observadas no sistema federal, a Undime entrou em contato com prefeituras de mil municípios para realizar um estudo próprio, porém, muitas delas não responderam ao questionário ou apresentaram dados imprecisos. A região Norte, por exemplo, ficou de fora da estimativa sobre gastos por aluno com creche e EJA (Educação de Jovens e Adultos) e o Estado do Amapá não teve nenhum questionário respondido. O estudo final contou com apenas 224 municípios, o que representa 22,4% da amostra inicial.</p>
<p>Para a presidente da Undime, “os prefeitos devem ter nos secretários de educação um parceiro que saiba gerir as verbas de acordo com a necessidade do município”. Ela também afirma que o problema principal não é gestão e sim a falta de recursos. “Quando a gente consegue concentrar dinheiro e esforços faz toda a diferença para a qualidade da educação”, disse.<br />
<strong>Gastos por aluno</strong></p>
<p>Com os dados disponíveis, a Undime concluiu que o Nordeste gasta 4,4 vezes menos que o Sudeste por aluno na creche. Já, no ensino fundamental, a primeira região gasta pelo menos duas vezes menos que a segunda. “Nenhuma criança pode ter a sorte ou o azar de nascer em um local onde o gestor seja mais ou menos comprometido com a educação”, afirmou Cleuza sobre as desigualdades apontadas no estudo.</p>
<div>
<h3>ESTIMATIVA DE VALOR POR ALUNO DAS REDES MUNICIPAIS POR REGIÃO (ANO DE 2009)</h3>
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>Etapa/modalidade</td>
<td>Brasil (R$)</td>
<td>Norte (R$)</td>
<td>Nordeste (R$)</td>
<td>Centro-Oeste (R$)</td>
<td>Sudeste (R$)</td>
<td>Sul (R$)</td>
</tr>
<tr>
<td>Creche</td>
<td>5.144,09</td>
<td>Não informado</td>
<td>1.876,89</td>
<td>3.092,80</td>
<td>8.272,43</td>
<td>5.835,42</td>
</tr>
<tr>
<td>Pré-escola</td>
<td>2.647,10</td>
<td>1.710,27</td>
<td>1.531,56</td>
<td>2.384,12</td>
<td>3.757,21</td>
<td>4.461,54</td>
</tr>
<tr>
<td>Educação infantil</td>
<td>3.122,36</td>
<td>1.801,53</td>
<td>1.605,48</td>
<td>2.563,07</td>
<td>4.971,26</td>
<td>4.688,83</td>
</tr>
<tr>
<td>Fundamental &#8211; séries iniciais</td>
<td>2.815,46</td>
<td>2.554,90</td>
<td>1.948,80</td>
<td>3.048,21</td>
<td>3.649,11</td>
<td>3.586,73</td>
</tr>
<tr>
<td>Fundamental &#8211; séries finais</td>
<td>3.134,38</td>
<td>2.998,45</td>
<td>2.276,16</td>
<td>3.000,04</td>
<td>4.322,81</td>
<td>3.673,78</td>
</tr>
<tr>
<td>Ensino fundamental</td>
<td>2.937,65</td>
<td>2.676,69</td>
<td>2.034,89</td>
<td>2.987,51</td>
<td>3.897,77</td>
<td>3.582,99</td>
</tr>
<tr>
<td>EJA</td>
<td>1.881,95</td>
<td>Não informado</td>
<td>1.075,83</td>
<td>2.417,91</td>
<td>2.778,52</td>
<td>2.369,89</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><em>* Fonte: Banco de dados da pesquisa Perfil dos Gastos Educacionais nos Municípios Brasileiros – Ano base: 2009/Undime </em></p>
<p><strong><em>Fonte: UOL </em></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>CDPAE inicia comemoração de 20 anos com Baile de Carnaval</title>
		<link>http://matraca.org.br/3152/cdpae-inicia-comemoracao-de-20-anos-com-baile-de-carnaval</link>
		<comments>http://matraca.org.br/3152/cdpae-inicia-comemoracao-de-20-anos-com-baile-de-carnaval#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda de eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro Dialético dos Pais e Amigos dos Especiais (CDPAE) inicia as comemorações dos 20 anos de fundação com uma festa de carnaval, realizada no dia 11, sábado, a partir das 11h, na sede da instituição (Rua 13 de maio &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Dialético dos Pais e Amigos dos Especiais (CDPAE) inicia as comemorações dos 20 anos de fundação com uma festa de carnaval, realizada no dia 11, sábado, a partir das 11h, na sede da instituição (Rua 13 de maio ou Rua São João, nº 419, Centro).</p>
<p>O ingresso custa R$ 6,00 e pode ser adquirido no CDPAE. Mais informações com a presidente do Centro Liane Souza, pelo telefone 8891–0007.</p>
<p>Programação:</p>
<p>11h – oficina de máscaras</p>
<p>13h – feijoada e música ao vivo com a banda Filosarte</p>
<p>14h30 – apresentação do bloco tradicional da APAE</p>
<p>15h30 – show de Roberto Ricci</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Superproteção é uma forma de abuso infantil</title>
		<link>http://matraca.org.br/3148/superprotecao-e-uma-forma-de-abuso-infantil</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabemos que a autoestima, tão essencial em nossa vida, começa a se formar na infância, a partir de como as outras pessoas nos tratam. Quando criança, pode-se alimentar ou destruir sua autoconfiança. Ou seja, as experiências do passado exercem &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/comportamento1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3149" title="comportamento1" src="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/comportamento1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Todos sabemos que a autoestima, tão essencial em nossa vida, começa a se formar na infância, a partir de como as outras pessoas nos tratam. Quando criança, pode-se alimentar ou destruir sua autoconfiança. Ou seja, as experiências do passado exercem influência significativa quando adulto.</p>
<p>Só para lembrar: autoestima é ter consciência de seu valor pessoal, ou seja, acreditar, respeitar e confiar em si, é a soma da autoconfiança com o autorrespeito. É acreditar que é capaz!</p>
<p>Quais foram as experiências que você teve quando criança? O quanto você tem consciência de seu valor?</p>
<p>Quem sofreu algum tipo de abuso, psicológico, físico e/ou sexual, terá muita dificuldade em perceber seu próprio valor e a sensação de ter valor é essencial à saúde mental. Essa certeza deve ser obtida na infância. Toda criança precisa ser amada incondicionalmente, ao menos nos primeiros anos. Sem os pais como espelho de uma atitude de aceitação, a criança não tem como saber quem ela é.</p>
<p>O que os pais nos fazem quando criança, sentimos como se fosse o certo, como deve ser feito, não questionamos, apenas aceitamos. Quando as necessidades de uma criança são negligenciadas, recebem a mensagem que suas necessidades não são importantes e perdem a noção de seu valor pessoal.</p>
<p>Pais exigentes, agressivos, críticos, autoritários, que demonstram que a criança não é digna de confiança, impondo suas próprias vontades, não ouvindo o que as crianças têm a dizer, criam filhos inseguros e dependentes.</p>
<p>Como também, a superproteção também é uma forma de abuso infantil. Superproteção, mimos e submissão exagerados durante a infância, podem gerar muita insegurança na vida adulta, pois a criança não foi incentivada a acreditar em si mesma.</p>
<p>Assim, cresce, ainda que inconscientemente, acreditando que faziam tudo por ela por não ter a capacidade de fazer por si mesma. Quando adulta, irá acreditar que o mundo seria como seus pais, que jamais ouviria um “não”, tendo muita dificuldade em suportar frustrações. Essas crianças podem desenvolver um sentimento de insegurança, por não sentirem confiança em suas próprias habilidades, uma vez que os outros sempre fizeram tudo por elas. Acredita que seu valor depende de ser amado. Como não tem noção de seu próprio valor, só compreende o valor dos outros.</p>
<p>Alice Miller (autora de vários livros, lutadora em defesa das crianças) nos fala sobre três conceitos importantes para nossa reflexão e maior entendimento:</p>
<p>- <strong>Pedagogia negra</strong>: consta numa educação que visa transformar a criança em submissa e obediente por meio do poder, manipulação e repressão, ainda que velado. Crianças que foram “adestradas” a obedecer aos desejos e ordens dos adultos, passam a infância e adolescência contendo e disfarçando a raiva e depois a usam automaticamente.</p>
<p>- <strong>Testemunha auxiliadora</strong>: é uma pessoa que ajuda a criança maltratada ou negligenciada, ainda que de forma esporádica, oferecendo um pouco de apoio e amor. Pode ser uma vizinha, um professor, avó, tia. Graças a essa testemunha a criança começa a saber que existe amor. Você teve alguma?</p>
<p>- <strong>Testemunha conhecedora</strong>: na vida do adulto essa pessoa pode representar um papel semelhante ao da testemunha auxiliadora na criança. É uma pessoa que conhece as consequências da negligência e maus-tratos sofridos pelas crianças e a ajuda enfrentá-los e elaborá-los. Geralmente o psicólogo pode ajudar essas pessoas a entenderem melhor suas histórias e se libertarem.</p>
<p>Sem a testemunha conhecedora é impossível suportar a verdade da infância. A psicoterapia pode proporcionar o reconhecimento emocional da verdade armazenada no corpo, a libertação da lei do silêncio e da idealização dos pais.<br />
Quando crianças, aprendemos a reprimir e negar sentimentos. Muitos aprenderam que as humilhações e surras foram para o próprio bem e não provocam dores. E com isso aprende-se também a utilizar no futuro, a violência contra os outros ou contra si mesmo.</p>
<p><strong>O que podemos fazer? </strong></p>
<p>Tornar consciente o que sofremos e confrontar com os conhecimentos atuais. Perceber que éramos cegos porque tínhamos que nos proteger das dores, enquanto não tínhamos uma testemunha que pudesse nos ouvir com empatia.<br />
O adulto, não é mais impotente, e pode oferecer a criança proteção e ouvido atento, para que possa expressar a seu modo e contar a sua história. Portanto, se você sofreu algum tipo de abuso, não tenha vergonha de procurar quem o ajude a entender sua história e encontrar sua verdade.</p>
<p><strong><em>Fonte: UOL, por Rosemeire Zago </em></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>País tem 3,8 milhões de crianças e jovens fora da escola, diz pesquisa</title>
		<link>http://matraca.org.br/3145/pais-tem-38-milhoes-de-criancas-e-jovens-fora-da-escola-diz-pesquisa</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prioridade Absoluta]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento feito pela ONG Todos pela Educação indica que o Brasil tem ainda 3.853.317 de crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Com dados do censo de 2010, o estudo mostra que este número representa 8,5% &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/sala-de-aula-2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3146" title="sala de aula 2" src="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/sala-de-aula-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Levantamento feito pela ONG Todos pela Educação indica que o Brasil tem ainda 3.853.317 de crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Com dados do censo de 2010, o estudo mostra que este número representa 8,5% da população nesta faixa etária. O maior problema se concentra na idade pré-escolar, de 4 e 5 anos, com 19,9% da população fora do sistema de ensino. E nas idades mais avançadas, de 15 aos 17 anos, esta taxa é de 16,7%.</p>
<p>Entre as regiões, o Sudeste detém os maiores números absolutos de crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola, com mais de 1,2 milhão de indivíduos fora dos sistemas de ensino. Já o Centro-Oeste tem o menor total de indivíduos fora da escola com 325,9 mil.</p>
<p>Em termos proporcionais, no entanto, o Norte tem 12,2% da sua população de 4 a 17 anos ausente do sistema de ensino básico. Em seguida estão Sul (9,8%), Centro-Oeste (9,6%), Nordeste (7,8%) e Sudeste (7,3%).</p>
<div style="text-align: left;">
<table width="633" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<thead>
<tr>
<td colspan="5" valign="top"><strong>População total de 4 a 17 anos e número de crianças e jovens fora da escola (no Brasil e por região)</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><strong>Região</strong></td>
<td valign="top"><strong>População</strong></td>
<td valign="top"><strong>Estudantes</strong></td>
<td valign="top"><strong>Fora da escola</strong></td>
<td valign="top"><strong>%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Norte</strong></td>
<td valign="top">4.737.039</td>
<td valign="top">4.157.399</td>
<td valign="top"><strong>579.640</strong></td>
<td valign="top">12,2%</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Nordeste</strong></td>
<td valign="top">13.910.883</td>
<td valign="top">12.826.094</td>
<td valign="top"><strong>1.084.789</strong></td>
<td valign="top">7,8%</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Sudeste</strong></td>
<td valign="top">17.324.954</td>
<td valign="top">16.053.677</td>
<td valign="top"><strong>1.271.277</strong></td>
<td valign="top">7,3%</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Sul</strong></td>
<td valign="top">6.016.173</td>
<td valign="top">5.424.500</td>
<td valign="top"><strong>591.673</strong></td>
<td valign="top">9,8%</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Centro-Oeste</strong></td>
<td valign="top">3.368.195</td>
<td valign="top">3.042.257</td>
<td valign="top"><strong>325.938</strong></td>
<td valign="top">9,6%</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>BRASIL</strong></td>
<td valign="top">45.357.244</td>
<td valign="top">41.503.927</td>
<td valign="top"><strong>3.853.317</strong></td>
<td valign="top">8,9%</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5" valign="top"><em>Fonte: Censos Demográficos 2000 e 2010 &#8211; Sidra/IBGE </em></p>
<p>As taxas de acesso à Pré-Escola permanecem em patamares muito mais baixos com 80,1% da população de 4 e 5 anos atendida. O Norte  tem a menor taxa de atendimento nesse nível de ensino, com 69% das crianças de 4 e 5 anos com acesso aos sistemas de ensino e mais de 201 mil fora da escola. Já o atendimento às crianças e jovens de 6 a 14 anos no país é de 96,7%. Entre os jovens de 15 a 17 anos, idade regular para o Ensino Médio, 83,3% frequentam a escola. O menor percentual de acesso, novamente, é do Norte (81,3%).</p>
<p><strong>Problemas de aprendizado<br />
</strong>O levantamento mostra ainda que em 56,1% dos municípios brasileiros, os alunos do 9º ano do ensino fundamental da rede pública de ensino (federal, estadual e municipal) não aprendem o conteúdo adequado para sua série na disciplina de matemática. O índice corresponde a 3.117 cidades, de um total de 5.557. A meta foi atingida por 41,8% dos municípios, e no restante (2,1%) não foi possível verificar o cumprimento da meta.</p>
<p>Na disciplina de português, o cenário é mais animador: em 81,9% dos municípios brasileiros, os alunos do 9º ano dominam o conteúdo indicado para sua série. Na contramão, 16% não cumpriram a meta.</p>
<p>No quinto ano do ensino fundamental, a situação se inverte e a maior deficiência dos alunos aparece em português. Segundo dados apresentados pelo Todos pela Educação, em 53,9% dos municípios os alunos da rede pública não dominam o conteúdo em português ideal esperado para a série que frequentam. A meta foi cumprida em 36,7% das cidades, e no restante (9,4%) não foi possível analisar a situação.</p>
<p>Na disciplina de matemática, em 68% dos municípios os estudantes dominam o conteúdo, enquanto a realidade é diferente em 21,7% das cidades.</p>
<p>Para chegar aos índices foram usados dados da Prova Brasil 2005, 2007 e 2009 fornecidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O exame avalia somente as redes públicas de ensino (federal, estadual e municipal). Não há indicador para o 3º ano do ensino médio para os municípios.</p>
<p><strong>Metas</strong><br />
O Todos Pela Educação elegeu 2022, ano em que se comemora o bicentenário da Independência do Brasil, como data limite para o cumprimento de cinco metas monitoradas a partir da coleta sistemática de dados e da análise de séries históricas dos indicadores educacionais. Elas servem como referência e incentivo para que a sociedade acompanhe e cobre a oferta de educação de qualidade para todos. São elas:<br />
- Meta 1: Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola;<br />
- Meta 2: Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos;<br />
- Meta 3: Todo aluno com conhecimento adequado à sua série;<br />
- Meta 4: Todo jovem com ensino médio concluído até os 19 anos,<br />
- Meta 5: Investimento em educação ampliado e bem gerido.</p>
<p><strong><em>Fonte: G1</em></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color: #000000;"><strong><br />
</strong></span></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Maioria dos convênios analisados por ministérios foi considerada regular</title>
		<link>http://matraca.org.br/3139/maioria-dos-convenios-analisados-por-ministerios-foi-considerada-regular</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 13:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://matraca.org.br/?p=3139</guid>
		<description><![CDATA[O Governo Federal concluiu a análise da regularidade da execução dos convênios celebrados com entidades privadas sem fins lucrativos (ONGs), conforme estabelecido no Decreto nº 7.592, de 28 de outubro de 2011. O trabalho desenvolvido pelos ministérios permitirá a contínua &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/imposto-de-renda.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3140" title="imposto-de-renda" src="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/imposto-de-renda-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O Governo Federal concluiu a análise da regularidade da execução dos convênios celebrados com entidades privadas sem fins lucrativos (ONGs), conforme estabelecido no Decreto nº 7.592, de 28 de outubro de 2011. O trabalho desenvolvido pelos ministérios permitirá a contínua melhoria na execução de convênios e instrumentos congêneres.</p>
<p>No total, foram analisados 1.403 convênios em execução. Destes, 917 (65%) estavam regulares. Outros 181 convênios foram cancelados, a maioria sem início de execução, pois com o decreto 7.568, de 16 de setembro de 2011, tornou-se obrigatório o Chamamento Público para a celebração de convênios com ONGs. Estes convênios não estavam adequados. O Chamamento Público foi disciplinado por portaria conjunta entre Ministério do Planejamento e Controladoria-Geral da União (CGU) no dia 10 de novembro de 2011. Restaram ainda 305 convênios avaliados com restrição, que após processo para esclarecimentos da prestação de contas poderão ser regularizados ou irão constar do cadastro de entidades com restrição para conveniar com o poder público federal.</p>
<p>Cada Ministério deverá encaminhar à CGU, com a respectiva justificativa, as entidades com restrição para celebrar convênios para que constem no cadastro de impedimento.<br />
Desde dezembro, além do Chamamento Público para realização de convênios com ONGS, todos os órgãos do governo estão obrigados a integrar o Sistema de Convênios (Siconv), inclusive os que têm sistemas próprios, e deverão celebrar e executar convênios somente através do sistema, o que garante acompanhamento e fiscalização on line. O Decreto 7.641, de 12 de dezembro de 2011, deu prazo para implementação dos demais módulos/funcionalidades do Siconv, que entre maio e julho deste ano estará completo, inclusive com a identificação da ordem bancária de transferência voluntária para a entidade.</p>
<p><em>Casa Civil da Presidência da República<br />
Controladoria-Geral da União<br />
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão</em></p>
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		<title>Mudanças no FIA facilitam doações de pessoas físicas</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 13:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff sancionou, no último dia 18 de janeiro, a lei 12.594 que, entre outras mudanças, inseriu uma série de novos artigos no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069). As alterações trataram especialmente das doações aos Fundos dos &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Rousseff sancionou, no último dia 18 de janeiro, a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12594.htm">lei 12.594</a> que, entre outras mudanças, inseriu uma série de novos artigos no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069). As alterações trataram especialmente das doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, às quais facilitaram a dedução do Imposto de Renda por parte das pessoas físicas.</p>
<p>A grande novidade trazida pela Lei é que as pessoas físicas poderão optar pela doação com dedução diretamente em sua Declaração de Ajuste Anual, conforme disposto no art. 260-A introduzido no ECA:</p>
<p><em>“Art. 260-A. &#8211; A partir do exercício de 2010, ano-calendário de 2009, a pessoa física poderá optar pela doação de que trata o inciso II do caput do art. 260 diretamente em sua Declaração de Ajuste Anual.” </em></p>
<p>Segundo os advogados especialistas no campo social, Eduardo Szazi e Ricardo Campelo, a inovação legislativa responde a um anseio de muitas entidades. “Elas pretendiam que a doação pudesse ser feita no momento em que o contribuinte identifica o seu imposto devido”.</p>
<p>Isto é, a pessoa física não mais precisará efetuar as doações até o dia 31 de dezembro, como era a praxe, para informá-las na Declaração de Ajuste Anual do exercício seguinte. Mesmo após encerrado o ano, a pessoa física poderá optar por doar uma parte de seu imposto devido, a ser verificado na elaboração de sua Declaração (abril).</p>
<p>“A nosso ver, trata-se de importante avanço legislativo, permitindo maior flexibilidade ao contribuinte, que poderá fazer a doação no momento da Declaração, quando já conhecerá exatamente o imposto apurado e, consequentemente, o limite a que a dedução estará sujeita”, explicam.</p>
<p>Embora o limite de dedução de pessoa física continue sendo 6%, o contribuinte que preferir doar no momento da declaração de ajuste passará a poder utilizar apenas 3%. ”Embora pareça, essa sistemática não é ruim, pois permite que um contribuinte que tenha sido prudente nas doações ao longo do ano, possa doar o resíduo na declaração de ajuste”, argumentam os advogados.</p>
<p>Exemplificando, se a pessoa física recolher um imposto de renda de R$ 10.000,00 no exercício de 2012, e durante o ano tiver feito doações de R$ 300,00 aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, poderá, no momento da Declaração, optar pela doação de mais R$ 300,00, cujo pagamento deverá ser feito até a data fixada para o vencimento da primeira quota do imposto.</p>
<p><strong>Pessoas jurídicas </strong></p>
<p>Com relação às pessoas jurídicas, a inovação mais importante foi a alteração do art. 3º da Lei 12.213/2010, que criou os Fundos do Idoso, para consignar que o limite de dedutibilidade das doações realizadas a estes fundos não será compartilhado com o limite das doações ao FIA.</p>
<p>“Ou seja, a pessoa jurídica poderá deduzir valores doados ao FIA, em até 1% do imposto apurado, e mais as doações realizadas aos Fundos do Idoso, também limitadas a 1% do imposto, ‘somando’, assim, 2% de potencial de dedução”, afirmam os advogados.</p>
<p>Para o secretário-geral do GIFE, Fernando Rossetti, essa nova possibilidade (2%) evita uma luta fratricida entre organizações, com essas diferentes missões, pelos mesmos recursos.</p>
<p><strong>Doações vinculadas</strong></p>
<p>A Lei 12.594 não trouxe dispositivo para resolver definitivamente a controvérsia sobre a legitimidade de escolha de projeto a ser beneficiado pelo aporte do doador.<br />
No entanto, os especialistas destacam que a nova Lei propõe que os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente divulguem amplamente à comunidade a ‘relação dos projetos aprovados e o valor dos recursos previstos para sua implementação’ (Artigo 260-I, inciso IV, introduzido no ECA). “Parece-nos que esse dispositivo se assemelha, e muito, com a ideia do Banco de Projetos, que, assim, passou a ter suporte legal.”<br />
A segunda ‘perna’ da doação dirigida é a destinação do recurso ao projeto escolhido por parte do doador. A nova Lei tratou da destinação (inciso V do mesmo artigo 260-I), ao dispor que cada conselho deverá divulgar ‘o total dos recursos recebidos e a respectiva destinação, por projeto atendido’.</p>
<p>“Embora a redação não seja definitiva, é possível sustentar que esse novo dispositivo reforçou a possiblidade de doação vinculada, na medida em que a relação pode ser do total de recursos recebidos e respectivas destinações para cada projeto atendido, ou seja, do montante de recursos destinados a cada um dos projetos indicados na relação de projetos aprovados e de recursos previstos para sua implementação”, concluem os advogados.</p>
<p><strong>Em tempo:</strong> a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12594.htm">lei 12.594</a> instituiu também o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). O texto regulamenta a execução das medidas socioeducativas destinadas a adolescentes que estejam em conflito com a lei, uniformizando, em todo o País, o atendimento desses jovens.</p>
<p>De acordo com a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), entre as principais mudanças trazidas pela reformulação do Sinase está a adoção de medidas alternativas à internação de menores. “Todo o sistema será focado nas necessidades dos jovens. A partir de agora, haverá maior utilização de medidas reparadoras”, defendeu.</p>
<p>Segundo a secretaria nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, atualmente, o país têm cerca de 18 mil jovens em regime fechado. Ainda segundo o órgão, até 2010 havia um total de 435 unidades socioeducativas no país.</p>
<p><strong><em>Fonte: <a href="http://www.gife.org.br/artigo-mudancas-no-fia-facilitam-doacoes-de-pessoas-fisicas-14479.asp">GIFE</a></em></strong></p>
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		<title>Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente é roubado</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na madrugada desta terça-feira, 07 de fevereiro, a sede do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Maranhão (CEDCA-MA) foi roubada. O prédio foi arrombado e, até o momento, sabe-se que foram levados o bebedouro e o &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Na madrugada desta terça-feira, 07 de fevereiro, a sede do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Maranhão (CEDCA-MA) foi roubada. O prédio foi arrombado e, até o momento, sabe-se que foram levados o bebedouro e o HD de um dos computadores. Ainda não identificaram se outros pertencem foram retirados porque até a manhã do dia 8 a Polícia ainda não havia comparecido ao local para fazer a perícia.</p>
<p>“Ao chegar no CEDCA pela manhã o encontramos todo revirado. A situação já era esperada, já que o prédio está abandonado, não tem nem vigia noturno. Desde de 2010 temos chamado a atenção do Governo do Estado para a falta de estrutura do Conselho, que não tem dado a mínima atenção. Mais uma vez fica comprovado que nesse estado criança e adolescente não é prioridade absoluta”, aponta Amparo Seibel, Conselheira de Direito da Sociedade Civil.</p>
<p>O CEDCA é um órgão de deliberação e controle da política estadual para a infância. Entretanto, graves deficiências estruturais têm prejudicado a sua atuação. O prédio da Rua da Palma onde funciona o CEDCA-MA abriga outros três conselhos: de Direitos do Idoso (Cedima), de Segurança Alimentar (Consea) e de Assistência Social (Ceas) e está em situações precárias.</p>
<p>Parte da estrutura do prédio está corroída por cupins. Computadores já foram perdidos por causa de problemas com a eletricidade, o acesso à internet é ineficiente, os técnicos não são oferecidos condições de trabalho. E há apenas um carro que atende aos três Conselhos.</p>
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		<title>III Encontro de Adolescentes Blogueiros em Arari</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda de eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 7 de fevereiro Arari receberá adolescentes blogueiros dos Municípios que estão participando da Edição 2012 do Selo UNICEF no Maranhão Adolescentes envolvidos nas comissões municipais estão engajados desde 2010 na produção de notícias para a blogosfera. O movimento &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>No dia 7 de fevereiro Arari receberá adolescentes blogueiros dos Municípios que estão participando da Edição 2012 do Selo UNICEF no Maranhão </em></p>
<p>Adolescentes envolvidos nas comissões municipais estão engajados desde 2010 na produção de notícias para a blogosfera. O movimento de adolescentes blogueiros foi estimulado, a partir das formações do Programa de Formação de Adolescentes – PFA. O programa é coordenado e executado pelo Instituto Formação, em parceria com UNICEF e municípios envolvidos no selo.</p>
<p>Todos receberam capacitação para criarem os blogs de seus municípios. Como extensão do programa os adolescentes criaram blogs que hoje divulgam as atividades desenvolvidas nas áreas de esporte, cultura, arte, comunicação e servem como vitrine do que estão realizando.</p>
<p>O movimento dos adolescentes blogueiros tem sua historia iniciada em 2010 com o I Encontro realizado na região amazônica na cidade de Olinda Nova do Maranhão com significativa presença de adolescentes; o II Encontro ocorreu em 2011 no semiárido maranhense, na cidade de Humberto de Campos, com grande participação de municípios do semi-árido. O III Encontro envolverá as duas agendas, pacto semi-árido e agenda criança Amazônia<strong>. </strong></p>
<p><strong>Programação </strong></p>
<p>Data: 07 de fevereiro</p>
<p><strong>Turno Matutino</strong></p>
<p><strong>Local: Casa do Professor</strong></p>
<p>08h30 – Café da manhã<br />
09h30 – Abertura dos Trabalhos</p>
<p>10h – 11h – Roda Conversa com participação de Adolescentes do Selo MA (adolescentes falando do aprendizado, dos desafios, de como se vêem como cidadãos, atuação nas diversas áreas: esporte, comunicação, arte e cultura)</p>
<p>11h – 12h – Dialogo Aberto – UNICEF (adolescentes, articuladores e comunidade em geral)</p>
<p>12h – Almoço</p>
<p><strong>Turno Vespertino</strong></p>
<p><strong>Local: Fórum da Juventude Arariense</strong></p>
<p>14h – 15h30 – Oficina I de Blog  e ferramentas do audacity e soundclound</p>
<p>14h – 15h30 – Oficina II de iniciação a Fotografia</p>
<p>16h – Encerramento dos trabalhos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Fonte: <a href="http://cmdcaarari.blogspot.com/2012/02/sera-realizado-em-arari-o-iii-encontro.html">blog do CMDCA de Arari </a></em></strong></p>
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		<title>Akoni realiza capacitação sobre abuso exploração sexual de crianças e adolescentes</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Formação para a Cidadania Akoni realiza oficinas de capacitação sobre abuso exploração sexual de crianças e adolescentes através do projeto: Vidas Erês: por vidas sem violência – fortalecendo o comitê municipal de monitoramento do plano municipal de enfrentamento da violência &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/18-de-maio-2.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3119" title="18 de maio 2" src="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/18-de-maio-2-150x120.png" alt="" width="150" height="120" /></a>O Centro de Formação para a Cidadania Akoni realiza oficinas de capacitação sobre abuso exploração sexual de crianças e adolescentes através do projeto: Vidas Erês: por vidas sem violência – fortalecendo o comitê municipal de monitoramento do plano municipal de enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes de São Luís.</p>
<p>A formação é direcionada para conselheiros tutelares, conselheiros de direito, profissionais de atendimento especializado das políticas básicas – saúde, educação e assistência social.</p>
<p>Financiado pelo Municipal do Fundo da Infância e Adolescência, o evento é uma iniciativa do Comitê de Monitoramento do Plano Municipal de Enfretamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes.</p>
<p>Ao analisar o Plano Municipal de Enfretamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes se percebeu que a grande dificuldade é a falta de capacitação dos técnicos que atuam na área de defesa e proteção de crianças e adolescentes.</p>
<p>As oficinas já foram oferecidas para diretores e técnicos dos CRAS (Centros de Referência de Assistência Social) e para os profissionais dos CREAS (Centros de Referência Especializados de Assistência Social) e da Rede de Acolhimento.</p>
<p>“Se todas as instâncias e técnicos estiverem capacitados e conscientes de sua função, fortalece a rede de proteção à criança e ao adolescente e promove um atendimento qualificado”, enfatiza Ana Lúcia, técnica do Akoni e Conselheira Municipal de Direto, sobre a importância do Seminário.</p>
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		<title>São Luís recebe cursos específicos em março</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matraca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda de eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa piauiense Plane-Serviços de Consultoria, responsável por treinamentos, consultoria e apoio técnico a municípios, empresas privadas e Terceiro Setor, realizará no mês de março dois cursos em São Luís: &#160; 1 &#8211; Curso Pratico In Company &#8211; Elaboração de &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3115" title="cursos" src="http://matraca.org.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>A empresa piauiense Plane-Serviços de Consultoria, responsável por treinamentos, consultoria e apoio técnico a municípios, empresas privadas e Terceiro Setor, realizará no mês de março dois cursos em São Luís:<br />
&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; Curso Pratico In Company &#8211; Elaboração de Projetos para Incersão no SICONV &#8211; Portal de Convênios do Governo Federal</p>
<p>Data: 14 a 16 de Março de 2012<br />
Local: Litorânea Praia Hotel &#8211; São Luis-MA<br />
Carga Horária: 24 horas<br />
Instrutora: Rosana Pereira</p>
<p>2 &#8211; O Fenômeno da Violência Doméstica e Exploração sexual Infanto Juvenil &#8211; Conhecer, Prevenir e combater</p>
<p>Data: 13 de Março de 2012<br />
Local: Litorânea Praia Hotel &#8211; São Luis-MA<br />
Carga Horária: 8 horas<br />
Instrutora: Margarete Freitas</p>
<p>Mais detalhes e inscrições no site: <a href="http://www.plane.consultoria.com.br/" target="_blank">www.plane.consultoria.com.br</a>.</p>
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